segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Quadrilha




Moro em Congonhas, uma cidade pequena do interior, próxima à capital. A cidade é conhecida pela mineração, pois tem empresas voltadas para o minério. Também é conhecida pelos seus profetas e Aleijadinho. O Santuário de Bom Jesus, que é patrimônio cultural da humanidade, é muito bonito, o que atrai muitos turistas principalmente no Jubileu – evento muito importante na cidade. Mas Congonhas também tem outros eventos como a quadrilha.

Quadrilha ou festa junina, julhina ou até mesmo agostina. Para mim é uma das melhores épocas do ano em que todos os estados do Brasil comemoram. Moro em Minas Gerais, lugar onde a maioria das pessoas fazem festas relacionadas à quadrilha.

Eu amo muito essas festividades, pois estão todos muito felizes e animados. Começa junho, o mês em que a quadrilha se inicia, as pessoas começam a preparar os lugares para festas: várias bandeirinhas coloridas para enfeitar, todas as pessoas a caráter, com vestidos coloridos, blusas xadrez, calça rasgada, chapéu... todos bem coloridos.

As comidas sempre muito gostosas, canjica, caldos, bebidas quentes, amo tudo.

As noites bem frias, mas a fogueira sempre está lá para esquentar. É uma grande festa. Bom, já que estamos falando de fogueira vou contar uma história que recentemente aconteceu comigo. Era uma noite bem fria de julho, eu e minha família fizemos uma quadrilha. Muitas comidas, música e dança. Todos com a roupa de acordo com a festa. Então cheguei, conversei com todos, comi, bebi, dancei, cantei, enfim... fiz várias coisas.

Mas, nessa quadrilha, aconteceu uma situação muito engraçada. A fogueira começou a incomodar, porque ela estava com tanta fumaça, que várias pessoas passaram mal, o seu cheiro estava horrível. Fora isso, a festa foi ótima, porque qualquer quadrilha é perfeita.

Vou contar agora casos que provavelmente muitas pessoas já passaram.

Escolher o par é sempre muito difícil, porque você não quer ninguém e no final acaba dançando com a pior pessoa. O que não pode faltar são as pintinhas e os bigodes falsos, todos com o rosto pintado, amo muito isso.

O que dizer das comidas, melhor parte com certeza. Gosto de todas que são servidas nas quadrilhas. Canjica: um dos melhores doces com certeza. E a paçoca? Deliciosa demais! Espiga de milho: uma das coisas mais gostosas e que não pode faltar. Todas as comidas são sempre bem-vindas nas quadrilhas.

E as danças? Fazem todos ficarem agitados e contentes. Todos os casais se juntam e começam a festejar com o narrador falando enquanto a música toca. Caminho da roça, cumprimento das damas e cavalheiros, balancê, etc. É uma festança.

As escolas da cidade de onde moro sempre fazem essa festa, geralmente em junho ou julho, e uma escola convida a outra para ir em sua festa. A cidade também faz várias quadrilhas nesses meses, e, às vezes, vêm pessoas de outros lugares.

Sabe que agora me deu até vontade de ir para a quadrilha? Mas agora só ano que vem, então tchau.


(Emilly - turma 801)

quinta-feira, 11 de abril de 2019

Palestra na escola

Alunos da escola Odorico assistiram a uma palestra voltada para acessibilidade


No dia 05 de abril (sexta-feira), os alunos da escola "Sr. Odorico Martinho da Silva" receberam a visita de Magno, um deficiente visual. Ele apresentou uma palestra sobre acessibilidade aos deficientes em lugares públicos.

Ele criticou a dificuldade de locomoção de deficientes em lugarem públicos. Participaram da palestra alunos do 7º ao 9º ano. "Eu gostei muito da palestra, achei importante para entendermos a dificuldade dos outros", disse Paloma, aluna do 8º ano.

(Notícia escrita pela aluna Samanta, da turma 802)

O surgimento do amor

       Em um reino bem distante, existia um deus chamado Medirin, que era o deus da segurança, casado com Akemi, deusa do amor. Eles tinham uma filha chamada Mindi. Ela era a moça mais bela do reino onde morava. Mindi era uma moça disputada entre os rapazes daquele reino, só que ela não gostava de nenhum deles, ela só tinha olhos para um rapaz chamado Todoki.
      Todoki não era como Mindi que era uma semideusa, ele era um mortal. Mas isso não atrapalhava os dois, o único problema era o pai de Mindi que não aceitava a filha dele com um mortal!
      Num certo dia, Mindi e Todoki foram se encontrar no bosque mais bonito do reino.
      - Amooor! - diz Mindi.
      - Vida! - diz Todoki - Você está bem? Senti sua falta.
      - Eu estou ótima! E você? Também senti sua falta, meu amor!
      O único problema era que Mindi esqueceu que seu pai vinha todas as tardes naquele bosque para ver como ele está.
      Estava passando pelo bosque Baby, melhor amiga de Mindi.
      - Mindiii, sua doida! O que faz aqui?
      - Amiga, que saudade!- diz Mindi muito feliz.
      - Mindi, o que faz aqui a essa hora? Esqueceu que seu pai vem todas as tardes nesse horário aqui?
      - Ai, meu deus, eu esqueci. Todoki, temos que ir embora agora! - diz ela assustada e nervosa.
      - Mas, amor, por quê? - diz ele.
      - Meu p-p-a... - diz ela sendo interrompida.
      - Mindo, o que faz aqui a essa hora? - diz o seu pai nervoso.
      Ela não tinha percebido, mas seu pai já estava lá.
      - Papai?! - diz ela nervosa - Eu estou aqui na praça com meus amigos!
      - Com esses mortais?! Vá embora agora para casa!
      - Mas, pa-pai! diz sendo interrompida.
      - Nem mais, nem menos! Vá agora!
      Mindi sai correndo e chorando...
      Quando seu pai chega, fala para Mindi juntas todas as coisas dela, pois ela iria embora daquele lugar. Sua mãe, Akemi, muito triste fez um colar muito lindo para Mindi e lhe prometeu que iria fazer de tudo para ela e Todoki ficarem juntos!
      Mindi, na noite seguinte, marca dom Todoki e Baby para se despedirem escondidos. Todos choram muito juntos e Todoki prometeu para Mindi que não importa o que aconteça, ele sempre a amaria.
      No dia seguinte, quando ela já tinha ido embora, no meio do caminho aparece Jéfi, o vilão do seu reino. Ele tenta roubar o colar e ela resiste ao máximo, mas quando ela se distraiu, ele enfiou uma faca na barriga dela e ela morreu.
      Onde Mindi morreu, nasceu uma flor com pétalas em formato de coração.

(Mito escrito pela aluna Ana Júlia, da turma 701)

quinta-feira, 21 de março de 2019

O mito de Asclépio: um novo final

     Zeus, aborrecido porque também, na verdade, admirava o trabalho de Asclépio, se viu obrigado a concordar com Hades e decretou a morte do deus da medicina.

     Zeus mandou um raio na direção de Asclépio. Mas quando o raio foi atingi-lo, um mortal viu e tirou Asclépio da direção do raio, que atingiu o mortal. Ele fez isso por Asclépio ter salvado a vida de sua família.

     Asclépio foi dado como morto por Hades, mas Zeus sabia que ele estava vivo e o chamou para vê-lo:
     - Deixarei você viver, só que você deverá salvar vidas em secreto, sem mostrar seu rosto e sem falar seu nome. Irá salvar apenas pessoas do bem e irá se locomover de cidade em cidade, não irá ficar muito tempo na mesma cidade ou no mesmo país.

     E assim foi feita a vontade de Zeus...

     Asclépio salvava vidas em vários lugares até Hades saber da traição de Zeus. Fez um plano secreto, se passou por uma pessoa e fingiu estar doente para ver Asclépio.

     Asclépio o salvou e em troca Hades deu uma pedra de decoração para Asclépio. Ele colocou a pedra em cima da mesa e, depois de alguns dias, Asclépio morreu sem ninguém saber o porquê.

     E assim foi a história de Asclépio. 

(Texto da aluna Thalyta, da turma 702)

O mito de Asclépio: um novo final

      Zeus pensou bem sobre o que Hades disse e resolveu não matar Asclépio, e sim castigá-lo. Zeus lançou um raio em Asclépio que lhe deixasse cego de um olho. Asclépio, sem entender nada, foi até Zeus perguntá-lo por que tinha feito aquilo.

- Zeus, por que me castigou se eu só estava fazendo o bem?

- Por isso mesmo, você estava trazendo as pessoas da morte e isso poderia causar um desequilíbrio.

      Zeus fez Asclépio ficar o esperando quando de repente o pegou por trás e o acertou. Quando esta notícia chega aos ouvidos de Atena, ela chora muito, pois estava grávida. 

      Alguns anos depois, o filho de Asclépio também se tornou um deus da medicina.

                                                                                    (Texto do aluno Maycon Douglas, da turma 702)

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Stephen Hawking, o cientista


      Stephen Hawking foi um grande cientista, nascido em Oxford em 8 de janeiro de 1942, exatos 300 anos após a morte de Galileu, por grande coincidência, outro grande gênio.
      Aos 21 anos ele foi diagnosticado com esclerosa lateral amiotrófica (ELA), porém Hawking nunca deixou de estudar e acabou se tornando um dos físicos mais consagrados do mundo.
      Uma curiosidade é que Hawking foi um aluno preguiçoso quando se tratava de seus estudos escolares. Na verdade, quando tinha 9 anos, suas notas estavam entre as piores da classe. O problema é que com notas ruins não conseguiria entrar em Oxford, pois precisava de uma bolsa já que seus pais não tinham dinheiro.
      Apesar da doença e de suas limitações físicas, Hawking já viajou por todo o mundo, conhecendo quase todos os continentes. Ele também já passeou de balão submarino e inclusive em um voo que simulou gravidade zero.
      Stephen não deve ser reconhecido c "apenas" como um gênio, além de suas teorias, ele nos ensinou muito mais. Nos ensinou que é preciso ter força de vontade e coragem para se viver e ser feliz.
     O físico faleceu em 14 de março deste ano
(Perfil biográfico escrito pela aluna Ana Flávia, baseado no livro "Minha Breve História", de Stephen Hawking)

Martin Luther King e a luta pelos direitos dos negros


      Na década de 60, Martin Luther King Jr lutava pelos direitos civis, que era nada mais nada menos do que deixar o direito dos brancos e negros iguais.
       Luther King nasceu em Atlanta no ano de 1929 e cursou Filosofia em Boston. Quando acabou, voltou para sua cidade, onde ocorreu a maior parte de suas ações pelos direitos dos negros. Ele deixou um grande legado pelo qual ganhou o Prêmio Nobel da Paz. Deixou sua história não só nos EUA, mas no mundo todo.
      Aos 39 anos Luther King morreu, no dia 04 de abril, no ano de 1968, na sacada de um hotel em Memphis. Mas antes de ele falecer, ele deixou um discurso: "meu sonho é de que um dia, nas rubras colinas da Georgia, os filhos dos antigos escravos e os filhos dos antigos donos de escravos poderão sentar-se juntos à mesa da fraternidade [...] meu sonho é de que meus quatro filhos um dia irão viver num país onde não serão julgados pela cor da pele e sim pelo seu caráter". Essa foi um pouco da história de Luther King.

(Perfil biográfico escrito pelos alunos Gabriel, Luís Henrique e Welison, baseado no livro "Martin Luther King", de Alain Foix)